EXPO
ABOLICIONISTAS BRASILEIRASArtistas negras revisitam mulheres apagadas das narrativas oficiais brasileiras
ter a sáb, 11h às 17h | segundo sáb do mês, 11h às 15h
16/set a 19/dez
Gratuito
MBNA - Museu Nacional de Belas Artes
5247
O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) inaugura a exposição “Abolicionistas Brasileiras”, promovida pelo Instituto Artistas Latinas. Com curadoria de Ana Carla Soler e co-curadoria de Francela Carrera e Carolina Rodrigues, a mostra reúne trabalhos de 47 artistas visuais que revisitam as trajetórias de mulheres negras que marcaram a história e tiveram seus nomes silenciados ou apagados pelas narrativas oficiais. Em diálogo com pinturas do acervo da instituição, obras contemporâneas lançam novos olhares sobre personagens como Aqualtune, Anastácia, Maria Firmina dos Reis, Maria Felipa, entre outros símbolos femininos de resistência, protagonismo negro e luta por liberdade. Com entrada franca, a exposição ocupa a icônica Sala Bernardelli, agora totalmente reformada.
MBNA - Museu Nacional de Belas Artes - Av. Rio Branco, 199 - Centro, RJ
EXPO
CLAUDIA HERSZ: MOSTRA SUA CARACerca de 140 obras revisitam símbolos e contradições do Brasil contemporâneo
abertura sáb, 14h às 19h | ter a dom e feriados, 12h às 18h
26/set a 22/nov
Gratuito
Paço Imperial
5214
Mostra sua cara reúne cerca de 140 obras, a maioria inéditas, produzidas entre 2018 e 2026, incluindo objetos, instalações e vídeos. Com curadoria de Fernanda Lopes, a exposição será inaugurada em 26 de setembro, no Paço Imperial, no Rio de Janeiro. O título, inspirado na canção de Cazuza, sintetiza a proposta da artista: olhar de novo para imagens familiares do Brasil e fazer com que elas revelem outros sentidos.
Ao longo da exposição, o país aparece rasgado, espelhado, colado, costurado e reorganizado. A cartografia, elemento recorrente na obra da artista, deixa de servir apenas para localizar um território e passa a ser matéria de transformação. Na série Brasil mostra sua capa, capas de disco são rasgadas e remontadas em novas geografias, restando visíveis apenas os olhos dos artistas retratados, um jogo entre reconhecimento e estranhamento.
Estojos de CD, vinis e máquinas de costura, objetos do cotidiano da artista, reaparecem transformados, aproximando memória pessoal e história coletiva. Há mais de duas décadas, Claudia Hersz trabalha por apropriação e remix de referências da arte, da cultura e da história, um método que ela descreve como “o jogo do óbvio”, em que o cotidiano, levemente deslocado, ganha estranheza.
A mostra ocupa o Paço Imperial em ano de celebração: o edifício, com história que remonta ao século XVIII, completa quatro décadas como centro cultural. Ao expor ali, Claudia Hersz insere sua produção em um espaço que é, ele próprio, testemunho material da formação do Brasil, convidando o público a atravessar as obras e, ao mesmo tempo, reconhecer o edifício como parte da experiência.
Paço Imperial - Praça XV - Centro
EXPO
NOVOS BARROCOSLilia Schwarcz reúne diferentes gerações da arte brasileira
seg a sex, 10h às 19h | sáb, 12h às 17h
a partir 17/set
Flexa Galeria
5193
A FLEXA apresenta Novos barrocos, exposição com curadoria de Lilia Schwarcz e expografia de Daniela Thomas. A mostra reúne obras históricas e contemporâneas em torno do barroco brasileiro, propondo um olhar sobre a permanência dessa linguagem na cultura visual do país e sobre as formas como ela continua a se transformar no presente.
Partindo do barroco desenvolvido no Brasil entre os séculos XVII e XVIII, a exposição acompanha a maneira como esse repertório europeu foi apropriado e transformado em território brasileiro, incorporando materiais locais e diferentes tradições culturais, especialmente africanas.
O percurso coloca esse legado em contato com a produção contemporânea, passando por paisagens, curvas, dobras e contrastes de luz, imagens de santos, objetos de devoção, ex-votos e oratórios. Ao aproximar obras de diferentes períodos, a mostra investiga o barroco como uma linguagem ainda capaz de produzir novos sentidos e profundamente ligada às contradições da formação brasileira.
Entre os artistas estão Adriana Varejão, Aleijadinho, Alfredo Volpi, Beatriz Milhazes, Dalton Paula, Lygia Clark, Rosana Paulino, Tarsila do Amaral, Tunga, Vik Muniz, entre outros.
Abertura: 17 de setembro de 2026, das 18h às 21h
Flexa Galeria - Rua Dias Ferreira, 214 - Leblon
EXPO
ARTE TÊXTIL DE TURMALINA E VEREDINHA – JEQUITINHONHA, MGBordados e saberes tradicionais das artesãs do Vale do Jequitinhonha
ter a sex, 10h às 18h | sáb, dom e fer, 11h às 17h
17/set a 29/nov
Gratuito
Museu de Folclore - CNFCP/Iphan
5188
A 218ª exposição da Sala do Artista Popular apresenta a tradição têxtil de Turmalina e Veredinha, cidades do Alto Jequitinhonha, em Minas Gerais. A mostra reúne bordados, tecidos, peças de vestuário, itens para cama e mesa e outros trabalhos produzidos manualmente pelas artesãs da região, revelando técnicas e saberes transmitidos entre gerações.
A exposição apresenta um panorama da arte têxtil local, suas temáticas, combinações de cores, acabamentos em crochê e a produção em algodão, além de abordar a importância do associativismo para a preservação e geração de renda por meio do artesanato. A pesquisa de campo e o texto do catálogo são da historiadora Ana Lima Kallás, que entrevistou 40 mulheres para a realização da mostra.
As peças expostas também estarão disponíveis para compra, com valores entre R$ 50 e R$ 1,5 mil.
No dia 17 de setembro, às 15h, haverá roda de conversa com Maria Aparecida das Graças Oliveira, da Astur, Ilma Gonçalves de Oliveira, da Soarte, e Monique Sthefany Rodrigues Sobrinho, da Artever. A abertura da exposição acontece das 17h às 20h.
Museu de Folclore - CNFCP/Iphan - Rua do Catete, 179 - Catete - RJ | Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
EXPO
CRISTINA SALGADONuas e Vestidas" investiga o corpo entre pinturas, desenhos e formas tridimensionais
seg a sex, 10h às 19h | sáb, 12h às 18h
26/ago a 10/out
Gratuito
Anita Schwartz Galeria de Arte
5187
A mostra reúne pinturas inéditas, trabalhos tridimensionais e recortes em MDF produzidos neste ano, além de 11 desenhos realizados entre 2015 e 2021. O corpo, presença constante na produção de Cristina Salgado desde os anos 1980, atravessa todo o conjunto, surgindo fragmentado, revestido, suspenso ou associado a objetos e elementos do universo doméstico.
A exposição sucede A Mãe Contempla o Mar, instalação apresentada no Octógono da Pinacoteca de São Paulo até 2 de agosto e considerada pela artista o trabalho mais importante que realizou até hoje. Alguns elementos daquela instalação reaparecem transformados em Nuas e Vestidas, como cadeiras, volumes corporais e materiais que revestem, atravessam e prolongam as formas.
Anita Schwartz Galeria de Arte - R. José Roberto Macedo Soares, 30 - Gávea
EXPO
PETROBRAS FUTUROS – ARTE E TECNOLOGIAArte contemporânea, ciência e tecnologia em diálogo
qua a dom, 11h às 20h
2026
Gratuito
Petrobrás Futuros - Arte e Tecnologia
5186
Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia é um centro cultural dedicado à convergência entre arte contemporânea, ciência e tecnologia. Com três galerias fixas, o espaço recebe exposições, ocupações, performances, mostras e instalações temporárias, priorizando novas linguagens artísticas e a interação do público.
Localizado no Flamengo, o centro ocupa um edifício de relevância histórica e arquitetônica, onde funcionaram o Museu do Telephone e, anteriormente, a Estação Telefônica Beira-Mar, inaugurada em 1918. Com galerias expositivas flexíveis e infraestrutura voltada à experimentação, o espaço desenvolve curadorias próprias e recebe projetos selecionados por edital público.
Petrobrás Futuros - Arte e Tecnologia - R. Dois de Dezembro, 63 - Flamengo, RJ
EXPO
ENTRE O MODERNO E O CONTEMPORÂNEO: ARTE NAS COLEÇÕES DO MAM RIOObras fundamentais percorrem a história da arte brasileira dos séculos 20 e 21
qua a dom e feriados, 10h às 18h
abertura: 25/jul
Gratuito
MAM
5185
A exposição de longa duração do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro propõe um percurso pela história da arte moderna e contemporânea no Brasil a partir de obras e artistas fundamentais das três coleções de arte do museu: Coleção MAM Rio, Coleção Gilberto Chateaubriand e Coleção Joaquim Paiva.
Organizada de forma cronológica, a mostra percorre movimentos artísticos e experimentações que marcaram os séculos 20 e 21. A seleção reúne obras de Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Djanira, Guignard, Heitor dos Prazeres, Iberê Camargo, Ivan Serpa, Pancetti, Tarsila do Amaral, Volpi, Anna Bella Geiger, Antonio Dias, Beatriz Milhazes, Cildo Meireles, Claudio Tozzi, Ernesto Neto, Hélio Oiticica, Iole de Freitas, José Resende, Lucia Laguna, Lygia Clark, Rubens Gerchman, Tomie Ohtake, entre muitos outros.
Ao longo da exposição, códigos QR apresentam textos e imagens das coleções documentais do museu, conectando as obras a momentos cruciais da história da arte brasileira que aconteceram em torno do MAM Rio e ampliando as possibilidades de leitura sobre a arte e suas histórias.
MAM - Av. Infante Dom Henrique, 85 - Parque do Flamengo
EXPO
REVOLTA EM PRETO E BRANCO E HÉLIO OITICICAExposição do Salão de 1954 e projeto gráfico criado por Hélio Oiticica
seg a sex, 10h às 18h | sáb, 10h às 16h
11/set a 21/nov
Gratuito
Pinakotheke Cultural
5179
“Revolta em Preto e Branco” revisita o histórico Salão Preto e Branco, realizado em 1954 no Palácio Capanema. Com curadoria de Shannon Botelho, a exposição reúne 61 obras de 50 artistas, distribuídas em três salas, além de documentos, fotografias e reproduções de artigos publicados na época.
A primeira sala apresenta oito obras que participaram da mostra original, assinadas por Iberê Camargo, Tomás Santa Rosa, Aldo Bonadei, Danilo Di Prete, Antonio Bandeira, Ione Saldanha, Frank Schaeffer e Glauco Rodrigues. A segunda reúne trabalhos de nomes como Portinari, Lygia Clark, Hélio Oiticica, Lygia Pape e Fayga Ostrower. A terceira traz a discussão para o presente, relacionando arte, política e meios de produção.
A mostra também marca o lançamento do livro “Revolta em Preto e Branco”, com textos de Shannon Botelho e Luiza Interlenghi, documentos de imprensa e uma crônica publicada por Eneida de Moraes em 1954.
“xxxv – silviano santiago por hélio oiticica” é a publicação fiel do determinado por Hélio Oiticica, a partir de “bonecas, layouts, esquemas e instruções para a realização do projeto”, conta Camila Perlingeiro. Farão parte também da publicação as cartas trocadas com Carlos Vergara (1941) e Lygia Pape (1927-2004).
Para celebrar o lançamento de “xxxv – silviano santiago por hélio oiticica”, a Pinakotheke Rio de Janeiro fará uma exposição sobre todo o processo criativo que envolveu o projeto da publicação, com obras de Hélio Oiticica – os Metaesquemas e as do período do Grupo Frente.
Será estampado na parede o poema “Über coca” (1973), de Hélio Oiticica, criado após sua leitura de um ensaio de Freud, um presente de Silviano Santiago.
Pinakotheke Cultural - R. São Clemente, 300 - Botafogo, RJ
EXPO
LEO GANDELMAN 50 X 70: O OLHAR ALÉM DA MÚSICALeo Gandelman revela fotografias inéditas feitas na década de 1970
seg a sex, 10h às 18h | sáb e dom, 15h às 17h
15/set a 30/nov
Gratuito
Firjan SESI Centro
5129
O saxofonista e compositor Leo Gandelman comemora 70 anos de vida e cinco décadas de música revelando outra faceta de sua trajetória: a fotografia. A exposição gratuita reúne imagens inéditas em preto e branco, produzidas durante os anos 1970, quando trabalhou como fotógrafo profissional e percorreu o Brasil e a América do Sul.
Entre os registros estão passageiros de um vapor no rio São Francisco, a Sala dos Milagres da Igreja de Bom Jesus da Lapa, uma parada do Trem da Morte e uma Maria Fumaça no percurso entre Tiradentes e São João del-Rei. As fotografias revelam paisagens, encontros e sentimentos que também influenciaram o processo criativo do músico.
A abertura acontece no dia 15 de setembro, às 18h.
Firjan SESI Centro - Av. Graça Aranha, 1 - Centro
EXPO
FESTIVAL DE ARTE DO TÉRREOLuiz Aquila e Rubem Grilo integram mostra coletiva com obras inéditas
ter a sáb, 12h às 19h
10/set a 17/out
Gratuito
Centro Cultural Correios
5077
O Festival de Arte do Térreo reúne pinturas, objetos e esculturas de artistas de diferentes origens e gerações. Com curadoria e produção de Paulo Branquinho, a mostra ocupa todo o andar térreo do Centro Cultural Correios e se estende à praça externa, onde serão instaladas esculturas de médio e grande porte.
A exposição está dividida em três módulos: “Pessoas, cidades e afins”, dedicado às obras figurativas; “Abstratos e geométricos”; e “Obras de jardim”, com as esculturas apresentadas na Praça dos Correios.
Participam Adriana Maciel, Albenzio Almeida, Alexandre Magno, Ana Durães, Andréa Facchini, Ângelo Milani, Anita Fiszon, Carlos Muniz, Edson Landim, Eric Collette, Fernando Borges, Gerson Ipirajá, Gianguido Bonfanti, Lara Milani, Lina Zaldo, Lorena Olivares, Luiz Aquila, Nelson Sadala, Pablo das Oliveiras, Robson Macedo e Rubem Grilo.
Abertura: 10/set, das 16h às 19h
Confraternização com os artistas: 18/set, a partir das 16h
Visitação: ter a sáb, das 12h às 19h
Centro Cultural Correios - Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro
EXPO
INVENTÁRIO. OS OBJETOS OLHAM PARA NÓSBeatriz Ruibal investiga memória, ausência e os legados do passado
seg a sáb, 10h às 19h
29/ago a 28/out
Gratuito
Instituto Cervantes do Rio de Janeiro
5049
A exposição “Inventário. Os objetos olham para nós”, da premiada fotógrafa espanhola Beatriz Ruibal, reúne imagens de objetos ligados à vida e aos processos criativos de diferentes personalidades. Ampliados e examinados em detalhes, esses elementos estabelecem conexões entre memória pessoal e acontecimentos históricos, políticos e sociais.
A mostra individual, relacionada ao contexto da Guerra Civil Espanhola, já passou por cidades como Budapeste, Cracóvia, Palermo e Lisboa. A temporada no Rio integra a programação do festival FOTORIO e marca o início da itinerância brasileira do projeto.
Na abertura, em 28/ago, às 18h, Beatriz Ruibal participou de uma conversa com Milton Guran, diretor do FOTORIO, sobre fotografia, memória, pesquisa e processos de criação. A exposição foi inaugurada no mesmo dia, às 19h15.
Instituto Cervantes do Rio de Janeiro - Rua Visconde de Ouro Preto, 62 - Botafogo
EXPO
AMAZÔNICAS: POÉTICAS FEMININASMostra reúne 80 obras de 21 artistas mulheres da Amazônia
qua a seg, 9h às 20h
02/set a 16/nov
Gratuito
CCBB
5015
A exposição Amazônicas: Poéticas femininas apresenta um panorama da arte contemporânea produzida por mulheres do Pará, Acre e Amazonas. Com 80 obras de 21 artistas, a mostra reúne pinturas, esculturas, fotografias, gravuras, objetos, arte digital e videoarte produzidos desde a década de 1970.
As obras estão organizadas nos núcleos Materialidades Ancestrais, Gravura Feminina, Amazônia Pictórica e Performáticas, com temas relacionados a gênero, ancestralidade, identidade, diversidade e cultura amazônica. A programação também conta com uma experiência imersiva no metaverso, realidade aumentada, visitas guiadas, palestras e atividades educativas.
Os ingressos gratuitos podem ser retirados pelo site bb.com.br/cultura ou na bilheteria do CCBB. Aos domingos, das 8h às 9h, o atendimento é exclusivo para pessoas com deficiências intelectuais e/ou mentais e seus acompanhantes.
CCBB - Av. Primeiro de Março, 66
EXPO
NHE’Ẽ SE: DESEJO DE FALA + IMUNIDADEDuas instalações unem vozes femininas, culturas indígenas e tecnologia
qua a dom, 11h às 20h
28/ago a 11/out
Gratuito
Petrobrás Futuros - Arte e Tecnologia
4974
A nova programação do Petrobras Futuros apresenta duas exposições gratuitas que ocupam as galerias do centro cultural até 11 de outubro.
“Nhe’ẽ Se: Desejo de Fala” reúne obras de 13 artistas indígenas contemporâneos de diferentes povos. Com curadoria de Sandra Benites, a exposição cria ambientes sensoriais e interativos com instalações multimídia, projeções, fotografias, paisagens sonoras e textos, conectando cosmologias indígenas a reflexões sobre território, memória e resistência.
“Imunidade”, criada por Cândida Monte e Milla Jung, é uma instalação multimídia desenvolvida a partir de uma performance vocal coletiva com outras 15 mulheres. A experiência reúne videoperformance, paisagem sonora, microfones abertos, fotografias e partituras, convidando o público a participar da composição e imaginar outros futuros possíveis.
Petrobrás Futuros - Arte e Tecnologia - R. Dois de Dezembro, 63 - Flamengo, RJ
EXPO
A TRAIÇÃO DAS IMAGENSSergio Allevato reúne arte, ciência e natureza sob curadoria de Vanda Klabin
seg a sex, 11h às 19h | sáb, 11h às 17h
02 a 26/set
Gratuito
Galeria Patricia Costa
4939
Em A Traição das Imagens, Sergio Allevato apresenta pinturas e objetos escultóricos que transitam entre a investigação literal e a fabulação, evocando questões históricas, científicas, políticas e filosóficas.
Com curadoria de Vanda Klabin, a exposição reúne trabalhos recentes em tinta acrílica e óleo sobre tela e linho, além de dois objetos escultóricos da série Tempo, produzidos com antigos relógios de parede.
Símbolos reais e imaginários compõem uma narrativa visual em que pensamento crítico e invenção caminham lado a lado. As obras abordam temas como identidade, pertencimento, colonização, meio ambiente, biomas e crises climáticas, articulando referências eruditas, científicas e elementos da cultura pop.
Galeria Patricia Costa - Shopping Cassino Atlântico - Av. Atlântica, 4240 - Lj 224/225 - Copacabana, RJ
EXPO
ALICE SHINTANI E TOMIE OHTAKE - MONTANHA E VALEDiálogo inédito entre Alice Shintani e Tomie Ohtake
ter a sex, 10h às 19h | sáb, dom e feriados, 11h às 18h
29/jul a 15/nov
Gratuito
Caixa Cultural - Teatro Nelson Rodrigues
4851
A exposição "Alice Shintani e Tomie Ohtake - Montanha e vale" reúne pinturas, gravuras, esculturas e instalações em um diálogo inédito entre duas artistas de gerações distintas.
Com curadoria de Ana Roman e Catalina Bergues, a mostra propõe um encontro entre diferentes formas de pensar a pintura, o espaço e a experiência estética.
A exposição marca a reabertura das galerias do Teatro Nelson Rodrigues, revitalizadas e reintegradas à programação da CAIXA Cultural.
Caixa Cultural - Teatro Nelson Rodrigues - Av. República do Paraguai, 230 – Centro
EXPO
BOI-BUMBÁ DE PARINTINS: DO BRINCAR AO FUTUROArtesanato do Festival de Parintins celebra tradição e sustentabilidade amazônica.
ter a sáb, 10h às 17h
23/jul a 31/out
Gratuito
CRAB Sebrae - Centro de Referência do Artesanato Brasileiro
4828
A exposição reúne cerca de 300 peças produzidas por artesãos dos bois Garantido e Caprichoso, revelando a riqueza artística do Festival de Parintins.
O percurso apresenta alegorias, personagens tradicionais, esculturas em tamanho real de seres míticos da floresta e maquetes do processo criativo do festival, além de um núcleo dedicado à economia circular, mostrando como resíduos da festa são transformados em novas obras de arte.
A mostra destaca a força da cultura amazônica, sua ancestralidade e seu papel na economia criativa e no desenvolvimento sustentável.
CRAB Sebrae - Centro de Referência do Artesanato Brasileiro - Prç. Tiradentes, 69 - Centro
EXPO
SABORES DA TRADIÇÃO: HISTÓRIA DA ALIMENTAÇÃO NA CHINA ANTIGACerca de 120 peças revelam a história da alimentação chinesa.
qua a dom, 10h às 18h
27/jun a 11/out
Gratuito
Museu Histórico Nacional
4823
Integrando a programação do Ano Cultural Brasil-China 2026, a exposição "Sabores da Tradição: História da Alimentação na China Antiga" reúne cerca de 120 objetos do Museu Nacional da China, em Pequim.
Com peças de cerâmica, bronze e porcelana produzidas ao longo de aproximadamente 10 mil anos, a mostra propõe uma reflexão sobre a alimentação como expressão da vida social, das transformações culturais e da convivência entre os povos.
A exposição ocupa o Museu Histórico Nacional durante sua reabertura parcial e destaca a riqueza da civilização chinesa por meio de um de seus aspectos mais universais.
Museu Histórico Nacional - Praça Marechal Âncora S/N - Centro
EXPO
O BRASIL NA GARRAFAMostra celebra a cachaça como símbolo da identidade brasileira
ter a dom, 9h às 18h30
até 08/nov
Gratuito
Casa Firjan
4810
A exposição “O Brasil na Garrafa: cachaça – identidade, cultura e tecnologia” apresenta a importância histórica, cultural, simbólica e industrial da bebida brasileira. A mostra reúne obras inéditas de Bea Machado, Luisa Macedo e Diana Sandes, depoimentos em vídeo e a participação de produtoras de cachaça premium do estado do Rio de Janeiro.
Dividida em duas seções, a exposição aborda a presença da cachaça na gastronomia, coquetelaria, literatura, música, medicina popular, religiosidade, festas e cultura visual. A segunda parte apresenta as etapas de produção nos alambiques, um glossário interativo e uma experiência sensorial. Quatorze produtores também expõem rótulos e garrafas produzidos no estado.
Casa Firjan - Rua Guilhermina Guinle, 211, Botafogo
EXPO
ARQUEIROS NA ESPIRAL DO TEMPOFotografias apresentam diferentes interpretações sobre a passagem do tempo
ter a dom, 9h às 18h30
03/jul à 20/set
Gratuito
Casa Firjan
4809
A exposição coletiva “Arqueiros na Espiral do Tempo – Fotografia Brasileira Contemporânea” reúne 39 obras inéditas produzidas por 11 artistas selecionados pelo Mosaico Rio, edital de Cultura promovido pela Firjan SESI.
As fotografias apresentam diferentes interpretações sobre a passagem do tempo, abordando passado, presente e futuro, ancestralidade, envelhecimento, paisagens em transformação, territórios étnico-raciais e símbolos como São Jorge, protetor dos arqueiros. O conceito da mostra foi desenvolvido coletivamente durante uma semana de imersão na Casa Firjan, sob a curadoria de Marcia Mello.
Casa Firjan - Rua Guilhermina Guinle, 211, Botafogo
EXPO
FREQUÊNCIAS URBANAS – UMA VOZ ÚNICA NO DIÁLOGO COLETIVOExposição reúne grandes nomes da arte urbana mundial
ter a sáb, 10h às 20h | dom e feriados, 11h às 18h
10/jul a 20/set
Gratuito
Caixa Cultural - Passeio
4699
A mostra apresenta um panorama da arte urbana contemporânea, reunindo artistas brasileiros e internacionais que exploram temas como identidade, ancestralidade, resistência, pertencimento e memória coletiva.
Com curadoria de RERO e Marco André Tosatth, a exposição estabelece um diálogo entre diferentes linguagens e práticas da street art, aproximando tradições locais de questões universais.
Caixa Cultural - Passeio - R. do Passeio, 38 - Centro
EXPO
BIOOCANOMIA AMAZÔNICAExposição interativa do SESI Lab chega ao Museu do Jardim Botânico
qui a ter, 10h às 18h
04/jun a 03/nov
Gratuito
Museu do Jardim Botânico
4630
Inédita no Rio de Janeiro, a mostra convida o público a conhecer a riqueza da Amazônia por meio de experiências imersivas que abordam biodiversidade, bioeconomia, inovação e os saberes das populações tradicionais. Organizada em cinco núcleos temáticos, a exposição apresenta soluções para o desenvolvimento sustentável, destacando a importância da conservação ambiental e das práticas produtivas ligadas à floresta. Com cenografia produzida a partir de materiais sustentáveis, a experiência reúne instalações, recursos interativos e jogos educativos. O ingresso também dá acesso à exposição Ser(Tão): Imersão no Cerrado, dedicada à biodiversidade do Cerrado brasileiro, com fotocolagens, instalações e experiências sensoriais.
Museu do Jardim Botânico - Rua Jardim Botânico, 1008, RJ
EXPO
COLEÇÃO INGÁ: BRASIL PLURALExposição reúne mais de 200 obras de grandes nomes da arte brasileira no CCJF
ter a dom, 11h às 19h
08/jul a 27/set
Gratuito
Centro Cultural Justiça Federal
4627
Em celebração aos 25 anos do Centro Cultural Justiça Federal, a mostra apresenta um recorte do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro (Museu do Ingá), reunindo pinturas, esculturas, gravuras e objetos que retratam a diversidade cultural do Brasil. Com curadoria de Marcus Lontra e Rafael Peixoto, a exposição percorre diferentes momentos da arte brasileira por meio de obras de artistas como Di Cavalcanti, Alfredo Volpi, Cândido Portinari, Oswaldo Goeldi, Carybé e Mestre Guarany. Organizada em seis núcleos temáticos, a mostra aborda questões como identidade, religiosidade, cultura popular, cotidiano e paisagem, além de oferecer visitas acessíveis para pessoas com deficiência auditiva.
Centro Cultural Justiça Federal - Av. Rio Branco, 241 - Centro
EXPO
ZONA DE SACRIFÍCIO: DO OURO AO PÓExposição inédita no Rio retrata os impactos da mineração de lítio no Vale do Jequitinhonha
ter a sex, 10h às 18h | sáb, dom e feriados, 11h às 17h
02/jul a 01/nov
Gratuito
Museu de Folclore - CNFCP/Iphan
4622
Primeira exposição da fotógrafa e documentarista Isis Medeiros no Rio de Janeiro, a mostra reúne fotografias, pesquisa documental e registros audiovisuais sobre os efeitos da exploração do lítio no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. O projeto acompanha comunidades afetadas pela mineração e propõe uma reflexão sobre os impactos ambientais, sociais e culturais provocados pelo avanço da atividade extrativista em uma região que concentra a maior parte das reservas brasileiras do mineral. A programação inclui ainda a exibição do documentário Chico, na abertura, além de uma roda de conversa com pesquisadores, lideranças comunitárias e especialistas para ampliar o debate sobre sustentabilidade, direitos humanos e preservação dos territórios.
Museu de Folclore - CNFCP/Iphan - Rua do Catete, 179 - Catete - RJ | Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
EXPO
O CANECO É NOSSO!Instalação de Froiid revisita a história da Taça Jules Rimet e seus significados na cultura brasileira
qua a dom, 10h às 18h
20/jun a 20/set
Gratuito
MAM
4587
Com mil réplicas da histórica Taça Jules Rimet, o artista Froiid transforma um dos maiores símbolos do futebol mundial em uma reflexão sobre memória, política, identidade nacional e cultura popular. A instalação parte da trajetória do troféu que permaneceu definitivamente no Brasil após o tricampeonato de 1970 e desapareceu após seu roubo em 1983. Entre arte contemporânea, futebol e crítica social, a exposição propõe novos olhares sobre um objeto que ultrapassou o universo esportivo e se tornou parte do imaginário brasileiro.
MAM - Av. Infante Dom Henrique, 85 - Parque do Flamengo
EXPO
NEY MATOGROSSO: EU PREFIRO SERExposição coletiva celebra os 85 anos de Ney Matogrosso com obras de quase 50 artistas do Brasil e da América Latina
consultar programação completa
até 17/out
Gratuito
Solar dos Abacaxis
4529
A mostra propõe um mergulho no universo artístico do cantor, reverenciando mais de cinco décadas de transgressão, liberdade e experimentação. Reunindo obras de quase 50 artistas de diferentes regiões do Brasil e da América Latina, a exposição convida o público a refletir sobre arte, identidade e a potência do imaginário coletivo.
Solar dos Abacaxis - Rua do Senado, 48 (Mercado Central)
EXPO
MANUAL PRÁTICO DO NOVO SAMBA TRADICIONALMarcelo D2 e Luiza Machado inauguram mostra gratuita na Ocupação IBORU
qua a sex, 12h às 20h e sáb, 10h às 17h
a partir de 18/jun
Gratuito
Ocupação IBORU
4490
Marcelo D2 e Luiza Machado inauguram a exposição “Manual Prático do Novo Samba Tradicional” na Ocupação IBORU, reunindo fotografias de Gabriel Mota, Pedro Miceli, Wilmore Oliveira e Yasmin Costa, imagens de arquivo pessoal e familiar e pinturas originais de Filipe Nardi que deram origem às capas dos álbuns. A mostra apresenta ao público os principais elementos que estruturam a narrativa do projeto, uma pesquisa artística sobre samba, memória, ancestralidade, afeto e cultura popular brasileira. A abertura contará ainda com a entrega da Medalha Tiradentes a Marcelo D2, honraria concedida pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro em reconhecimento à sua contribuição para a cultura brasileira.
Ocupação IBORU - R. Sete de Setembro, 43 - Centro
EXPO
ZANELE MUHOLI: BELEZA VALENTEMAR apresenta retrospectiva inédita de uma das fotógrafas mais importantes da arte contemporânea
ter a dom, 11h às 18h
12/jun a 22/nov
Gratuito
Museu de Arte do Rio / MAR
4472
A mostra reúne um amplo panorama da trajetória de Zanele Muholi, artista e ativista visual reconhecida internacionalmente por documentar a vida e as experiências da comunidade negra LGBTQIAPN+ na África do Sul e em diferentes partes do mundo. A exposição apresenta séries marcantes de sua carreira, como Faces and Phases, Somnyama Ngonyama e Brave Beauties, além de trabalhos produzidos no Brasil. Por meio da fotografia, Muholi aborda temas como identidade, representatividade, racismo, sexualidade, memória e resistência.
Museu de Arte do Rio / MAR - Praça Mauá, 5
EXPO
SER(TÃO): IMERSÃO NO CERRADOExposição inédita de Flavia Daudt transforma o Museu do Jardim Botânico em uma experiência sensorial sobre o Cerrado brasileiro
qui a ter, 10h às 18h
a partir de 23/mai
Gratuito
Museu do Jardim Botânico
4338
A exposição “Ser(tão): Imersão no Cerrado” apresenta um percurso artístico e sensorial inspirado na biodiversidade e nas paisagens do Cerrado brasileiro. Com obras inéditas da artista visual Flavia Daudt, a mostra ocupa diferentes espaços do Museu do Jardim Botânico reunindo fotocolagens, instalações e arte sonora em uma reflexão sobre a riqueza ecológica e a vulnerabilidade do segundo maior bioma do país. O trajeto expositivo é dividido em ambientes simbólicos ligados à terra, água e ar, trazendo esculturas, obras têxteis, sons da natureza e instalações imersivas produzidas em parceria com artistas convidados como Ana Paula Freitas Valle, Willy Reuter, Mirele Volkart, Ricardo Siri e Joe Stevens.
Museu do Jardim Botânico - Rua Jardim Botânico, 1008, RJ
EXPO
WALTERCIO CALDAS - O (TEMPO)A exposição propõe um olhar sensível sobre o tempo e a forma
ter a dom, 12h às 18h
14/mai a 27/set
A partir de R$ 5
Instituto Casa Roberto Marinho
4242
A exposição reúne 108 obras de Waltercio Caldas em uma ocupação que atravessa diferentes momentos de sua trajetória, sem seguir uma ordem cronológica. Em vez disso, as peças são organizadas por relações visuais e conceituais, criando diálogos entre formas, materiais e percepções. A mostra convida o público a refletir sobre o tempo como uma experiência fluida, em um percurso que valoriza a contemplação e a construção de sentidos.
Inteira: R$10
Meia Entrada: R$5
Ingresso Família: R$10
Quarta-feira é gratuito para todos os públicos
Instituto Casa Roberto Marinho - R. Cosme Velho, 1105 - Cosme Velho
EXPO
EU CHOREI RIOS: ARTE DOS POVOS ORIGINÁRIOS DA AMÉRICAExposição inédita na FGV Arte reúne artistas indígenas e propõe novas leituras da arte latino-americana
ter a sex, 10h às 20h | sáb e dom, 10h às 18h
06/mai a 20/set
Gratuito
FGV
4211
A exposição “Eu chorei rios: arte dos povos originários da América”, com curadoria de Glicéria Tupinambá e Paulo Herkenhoff, reúne um amplo conjunto de produções de artistas indígenas de diferentes territórios da América Latina. A mostra apresenta pinturas, fotografias, esculturas, objetos, mantos, instalações e artefatos históricos que conectam imagem, matéria e narrativa, propondo uma leitura ampliada da arte contemporânea a partir de cosmologias e modos de existência diversos. Em diálogo com questões territoriais, políticas e epistemológicas, o projeto confronta visões universalizantes e inscreve essas produções como práticas vivas de pensamento e criação. A exposição também destaca o protagonismo de mulheres indígenas e articula diferentes temporalidades, reunindo obras contemporâneas e históricas. Além do espaço expositivo, intervenções na área externa da FGV ampliam a experiência do público, criando um campo sensorial e simbólico de imersão.
FGV - Praia de Botafogo, 190 - Botafogo
EXPO
VIK MUNIZ: A OLHO NUExposição apresenta a maior retrospectiva já realizada sobre a trajetória do artista
qua a seg, 9h às 20h
20/mai a 12/out
Gratuito
CCBB
4184
A mostra reúne mais de três décadas de produção de Vik Muniz, passando por trabalhos tridimensionais do início de sua carreira, séries fotográficas consagradas e obras mais recentes. A exposição propõe um mergulho na relação entre imagem, matéria e percepção, destacando a força conceitual e visual de um dos principais nomes da arte contemporânea brasileira.
CCBB - Av. Primeiro de Março, 66
EXPO
CADA NOME, UMA VIDAInstalação no Centro do Rio homenageia vítimas da Covid-19 com monumento interativo
inauguração no dia 07/abr
Gratuito
Centro Cultural do Ministério da Saúde
4064
A instalação “Cada Nome, Uma Vida”, do Estúdio Bijari, propõe um espaço de memória e reflexão sobre as mais de 716 mil vidas perdidas durante a pandemia de Covid-19 no Brasil. A obra transforma dados oficiais em uma experiência sensível, destacando a dimensão humana por trás dos números.
Composta por cinco totens de aço corten que representam as regiões do país, a instalação exibe, em painéis de LED, os nomes das vítimas, criando uma presença contínua e impactante. Dispostos sobre um mapa do Brasil, os elementos conectam território e memória, convidando o público a um momento de contemplação e reconhecimento coletivo.
Centro Cultural do Ministério da Saúde - Praça Mal. Âncora, 95 - Centro, Rio de Janeiro
EXPO
SORTILÉGIOS DE DESVIOExposição de No Martins no MAR propõe reflexões sobre a experiência negra no Brasil
ter, qui a dom, 11h às 18h
28/mar a 20/set
A partir de R$ 10
Museu de Arte do Rio / MAR
3980
A mostra reúne pinturas e instalações que partem de cenas do cotidiano, da espiritualidade e das relações afetivas para construir uma reflexão crítica sobre a experiência negra no país. As obras transitam entre memória e imaginação, tensionando limites da pintura e criando imagens que funcionam como denúncia, afirmação e construção de novas narrativas. Ao mesmo tempo em que evidencia violências estruturais, a exposição também destaca estratégias de resistência e permanência cultural.
Museu de Arte do Rio / MAR - Praça Mauá, 5
EXPO
ANNA BELLA GEIGERTypus Terra Incognita - Projeto Maravilha
seg a qui: 9h - 17h | sex a dom: 8h30 - 17h
a partir de 14/jan
A partir de R$ 85
Parque Bondinho Pão de Açucar
3426
Anna Bella Geiger, uma das mais relevantes da arte brasileira contemporânea, inaugura a sua segunda edição do Projeto com uma escultura de grande formato, aos 92 anos, com sete décadas de carreira.
Com curadoria de Ulisses Carrilho, o Projeto Maravilha propõe um diálogo entre arte, natureza e tecnologia para falar de preservação ambiental.
O Bosque das Artes
Parque Bondinho Pão de Açúcar
Ingressos para o Parque Bondinho:
R$ 155 (brasileiros), R$ 85 (cariocas) e R$ 199 (estrangeiros)
Parque Bondinho Pão de Açucar - Av. Pasteur, 520 - Urca
EXPO
BREU – VICENTE DE MELLOfotografias poéticas de esculturas clássicas
seg a sex, 13h às 17h
12/set a 16/jan
Gratuito
MBNA - Museu Nacional de Belas Artes
2756
Exposição inédita que inaugura o ciclo “Um olhar pela Fechadura” no MNBA, apresentando fotografias poéticas de esculturas clássicas veladas durante reformas. A mostra cria um diálogo entre arte contemporânea e patrimônio histórico, convidando o público a refletir sobre visibilidade, memória e transformação.
MBNA - Museu Nacional de Belas Artes - Av. Rio Branco, 199 - Centro, RJ
EXPO
MUSEU DO AMANHÃveja as mostras em cartaz
qui a ter, 10h às 18h (última entrada 17h)
2026
Museu do Amanhã
2570
🔶Presenças na Amazônia
Um Diário Visual de Bob Wolfenson
15/jan até 10/fev/2026
imagens, aromas e sons da Floresta Amazônica
Exposição principal
🔶Do Cosmos a Nós
Percorra uma narrativa multimídia estruturada em cinco grandes momentos – Cosmos, Terra, Onde Estamos?, Amanhãs e Nós –, cada um encarnando grandes perguntas que a humanidade sempre se fez – De onde viemos? Quem somos? Onde estamos? Para onde vamos? Como queremos ir?
Espaço "Onde Estamos?" substitui o "Antropoceno" com instalação audiovisual que propõe reflexão sobre os "tempos pós-normais"
🔶ÁGUA PANTANAL FOGO até 03/fev
Parte da Ocupação Esquenta COP, que propõe novas formas de ver, sentir e agir diante da crise climática.
Lalo de Almeida e Luciano Candisani dedicam-se a registrar o Pantanal, revelando os contrastes entre cheias e secas.
As imagens de Lalo, feitas nos incêndios de 2020 e 2024, ganharam repercussão mundial e lhe renderam o World Press Photo.
Luciano, submerso na região por anos, construiu acervo essencial para pesquisas, premiado como Wildlife Photographer of the Year.
🔶Oceano - até 19/maio/2026
A exposição se ergue em torno dos eixos memória, atenção e antecipação, propondo um diálogo entre a inteligência humana e a inteligência oceânica.
🔶Amanhã 10 anos - até 03/nov/2026
Exposição que celebra os 10 anos do Museu do Amanhã
🔶Conexão Oceano até 27/jan/2026
Uma iniciativa da Fundação Grupo Boticário, criada em 2019 e alinhada à Década do Oceano. Uma das principais realizações do movimento é o Edital Conexão Oceano de Comunicação Ambiental, uma ação premiada que valoriza e apoia a produção de conteúdo qualificado sobre a sustentabilidade do oceano.
Museu do Amanhã - Praça Mauá
EXPO
RIO MUSEU OLÍMPICO
ter a sáb, 10h às 15h
até 13/dez
Gratuito
Parque Olímpico Rita Lee
2379
Primeiro museu olímpico da América Latina chancelado pelo Comitê Olímpico Internacional, o espaço ocupa os andares superiores do Velódromo, no Parque Olímpico da Barra. A mostra reúne mil peças — com itens como a faixa de Rafaela Silva e a bola da final do vôlei masculino — e propõe um mergulho interativo nos Jogos Rio 2016 e seus impactos. Além de conquistas esportivas, o público revive momentos simbólicos, como a demolição da Perimetral, marco da transformação urbana na cidade. Com 13 áreas temáticas e cerca de 80 experiências imersivas, o museu celebra o legado olímpico e a conexão entre esporte, memória e identidade carioca.
Durante o período de soft opening, a visitação é gratuita e acontece de terça a quinta, das 10h às 14h, com limite de 120 pessoas por dia. Os ingressos devem ser agendados previamente no site museuolimpico.rio e retirados no local, no dia da visita.
sexta e sábado - R$ 20 e R$ 40
Parque Olímpico Rita Lee - Avenida Embaixador Abelardo Bueno - Barra da Tijuca
EXPO
TOM JOBIM: DISCOS SOLOgratuita
todos os dias, 9h às 17h (exceto quartas)
Gratuito
Instituto Antonio Carlos Jobim
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O Instituto Antônio Carlos Jobim, localizado dentro do Jardim Botânico, promove a mostra inédita "Tom Jobim: Discos Solo", que oferece uma visão detalhada sobre os 12 LPs que marcaram a carreira solo do maestro, gravados entre 1963 e 1994, desde o primeiro álbum, "The Composer of Desafinado Plays", até "Antônio Brasileiro", passando por marcos como "Wave", "Matita Perê" e "Urubu".
A exposição imersiva convida os visitantes a explorarem a trajetória artística de Tom Jobim por meio de documentos, fotos, gravações, partituras e objetos pessoais pertencentes ao acervo do Instituto. A curadoria de Aluisio Didier destaca momentos importantes da carreira do compositor como seu encontro com Vinícius de Moraes, que resultou em clássicos eternos da Bossa Nova e sua colaboração com João Gilberto no LP Chega de Saudade.
Instituto Antonio Carlos Jobim - Rua Jardim Botânico, 1008
O Acervo do MHN é dividido em quatro esferas:
1) Acervo Arquivístico Histórico
2) Acervo ArquivísticoInstitucional
2) Acervo Bibliográfico
3) Acervo Museológico
clique em "mais informações" para o link do museu.
Museu Histórico Nacional - Praça Marechal Âncora S/N - Centro